figura 1
Assim como no cérebro e nos músculos do coração, as articulações, quando em movimento, produzem um campo elétrico biológico (figura 1). Estes campos enviam sinais que estimulam as células das cartilagens (condrócitos) a produzir os materiais adequados para a sua constante renovação (colágeno do tipo apropriado, além de proteínas como proteoglicanos e glicosaminoglicanos). Este campo, portanto, contribui para a capacidade de auto-regeneração das cartilagens, ossos e dos tecidos conjuntivos.

figura 2
A articulação atingida por artrose, inflamação das articulações (artrite) ou por trauma é afetada (figura 2), ficando com a movimentação comprometida. Conseqüentemente, o campo é perturbado e os sinais elétricos vão se atenuando com o passar do tempo, num ciclo vicioso, causando a falta de reposição dos materiais que formam as cartilagens.

figura 3
Os equipamentos PST mimetizam os campos elétricos do corpo sadio, atuando na reconstrução do campo elétrico biológico. Os pulsos PST são recebidos como se fossem produzidos pelo próprio corpo humano, estimulando o metabolismo e a atividade dos condrócitos (células das cartilagens), reativando assim o processo inato e biológico de reparo dos tecidos afetados, interrompendo o ciclo vicioso da perda de cartilagem.